O marco de pedra rolou
No descampado antes inerte de vida
Os sinos tiniram em céus azuis
Que escondiam os negros poderosos
Estrelas reluziram por sobre e entre os
Sobrados soberbos e por sobre carcaças
A lágrima foi e será sangue
E jorra longe e perto de nós às escondidas
As mãos se uniram e fizeram
A massa. Trabalharam
A força superou o ouro e rendeu fé
O pão superou a dor e encheu o lago vazio