Para iludir o Catão
Ciciando queixas poéticas emparedadas.
Chasqueando compadecidas ironias
em calembur de amor perdido.
Varejando a pituitária.
Não ser a ligação profílica do passado
/com a posteridade.
Nem possuir o monopólio do tálamo.
Nem ser o ditirambo do amor.
Ser apenas o promontório sob a tormenta e,
/como um tentamo honroso,
despejar
o hálito mefítico do miasma,
com a tonicidade letal de uma vasca-
dessorando teu ser infeliz.
PRPW/3-11-73