Fora com esse mar
– tu és um verso
apenas
cego e invertebrado
sonho
de alvaiada máscara
e nada mais
Ou menos: laudas em vão
em gretas esse mar
de lá
de lápide
Que sabes tu senão da geografia
magra até aos ossos
do deserto?
Aqui todo o começo
e fim da tua viagem
pioneiro
prisioneiro
do teu próprio rastro / Atrás da máscara
não há rosto – há palavras
larvas de nada