Vi a visão velha e vária,
seguidamente me vi.
O céu no chão, o sonho arrumado.
Senti a mão do pai, paimente
passeando por mim.
No tempo das coisas,
das luzes.
Hoje as horas dos homens,
do lobo.
A mão não é mais de veludo.
Vozes trocadas, destroçadas,
sem guia.
Batem e rebatem na minha jaula,
gigante.
E a faca enfia, enfia.